terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Algumas Despedidas
sexta-feira, 26 de junho de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
As sem razões do amor
Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
terça-feira, 17 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Bem, como prometido (um pouco atrasado, mas é o cotidiano corrido – todo um caos!), aqui vão algumas sugestões de sites para pesquisa do nosso projeto Do Caos à lama: Movimento Armorial e Mangue Beat.
Quem está procurando por Ariano Suassuna e o Armorial, pode dar uma passadinha por estes aqui:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_armorial
http://nandoagra.sites.uol.com.br/armorial.htm
O pessoal que está estudando o movimento mangue já deve ter encontrado um bom material sobre o assunto, aqui vão apenas três dos diversos lugares onde vocês podem achar boas informações:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Manguebeat
http://www.cliquemusic.com.br/br/Generos/Generos.asp?Nu_Materia=13
http://www.overmundo.com.br/overblog/do-mangue-ao-manguebeat
De brinde, a letra da música que dá nome a nosso projeto e um desafio para vocês: quem é o Josué com quem Chico fala?
Chico Science & Nação Zumbi
Posso sair daqui para me organizar
Posso sair daqui para desorganizar
Posso sair daqui para me organizar
Posso sair daqui para desorganizar
Da lama ao caos, do caos à lama
Um homem roubado nunca se engana
Da lama ao caos, do caos à lama
Um homem roubado nunca se engana
O sol queimou, queimou a lama do rio
Eu vi um chié andando devagar
E um aratu pra lá e pra cá
E um caranguejo andando pro sul
Saiu do mangue, virou gabiru
Ô Josué, eu nunca vi tamanha desgraça
Quanto mais miséria tem, mais urubu ameaça
Peguei um balaio, fui na feira roubar tomate e cebola
Ia passando uma "veia", pegou a minha cenoura
“Aí minha veia, deixa a cenoura aqui
Com a barriga vazia não consigo dormir”
E com o bucho mais cheio comecei a pensar
Que eu me organizando posso desorganizar
Que eu desorganizando posso me organizar
Que eu me organizando posso desorganizar
Da lama ao caos, do caos à lama
Um homem roubado nunca se engana
Da lama ao caos, do caos à lama
Um homem roubado nunca se engana
sábado, 14 de março de 2009
Ditadura da beleza
Para aqueles que andam às voltas com a produção da jornal, vejam o material que a Yanne produziu a partir da reportagem que o grupo dela apresentou no ano passado:
http://ditaduradabeleza.vilabol.uol.com.br
Além do texto escrito pelo grupo, que pode ser apreciado clicando na imagem da Fiona, essa leitura serve também para todos aqueles que consideram a imagem externa muito importante - além de ser um aviso sobre a Ana e a Mia, forma como alguns adolescentes chamam suas "amigas", a anorexia e a bulimia.
Boa leitura!
P.s.: Coisas como essa são os pequenos presentes que a vida de professor nos reserva. A publicação on line do material foi ideia exclusiva da Yanne e muito me orgulha!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Pois é, já é Carnaval.
Será que vocês conhecem uma das mais belas histórias de carnaval de todos os tempos, a do Pierrot e da Colombina? Pois bem, ele era uma rapaz magro e melancólico, coitado, apaixonado pelo amor e pela Colombina, mulher que representava todos os desejos de todos os homens. Só que Colombina estava enamorada de dois homens: o nosso Pierrot e o Arlequim - o cafajeste, o safado, o ousado.
Pierrot é a reprodução do amor platônico e ingênuo. Arlequim é o dono das aventuras e audácias. É a eterna dúvida feminina! rs
Esses personagens chegaram até nós direto da Commedia dell´arte italiana. As influências que nos chegam ainda são muitas, como pode-se perceber na música "Pierrot", dos Los Hermanos.
Espero que descansem e se divirtam nos dias de Momo!
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Bianca havia comentado comigo algo super interessante: a Revista Veja está disponibilizando todas suas edições anteriores desde 1997 para pesquisa. Tá certo, a Veja não é lá muito imparcial, temos que ler com olhos críticos, mas sempre é uma boa fonte de pesquisa.
Curiosamente, meu irmão adquiriu a revista Veja 40 anos e me emprestou. E tem muita coisa bem aproveitável. Como um trecho da entrevista com Tarsila do Amaral que me lembrou imediatamente de vocês, meus águias. Olha só o que ela diz, na entrevista de 1972:
Veja: Como surgiu o famoso Abaporu?
T. A.: Quis fazer um quadro que assustasse o Oswald de Andrade, sabe? Que fosse uma coisa mesmo fora do comum. O Abaporu era aquela figura monstruosa, a cabecinha, aquelas pernas compridas, enormes, junto a um cacto. Quando viu o quadro, o Oswald ficou assustadíssimo e perguntou: "Mas o que é isso? Que coisa extraordinária!".

Estão vendo? Acho que a própria Tarsila concorda com a visão de vocês do Abaporu! :)
Beijos e até amanhã.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Queridos bebês de chupeta do terceiro ano,
Na aula passada percorremos alguns caminhos da arte, desembocando na

irreverência e originalidade da arte moderna brasileira. Anita Malfatti, que tinha tudo para ser a musa do movimento, terminou podada pela crítica de Monteiro Lobato a sua primeira exposição individual, em 1917. A crítica foi devastadora. Lobato nem ao menos viu a exposição para criticá-la. Não viu e não gostou do que não viu. Depois desse episódio, Anita não foi mais a mesma. Sua pintura decaiu para retratos e naturezas mortas e a artista entrou em depressão.
Como única coisa proveitosa desse tumulto, só podemos citar o fato de que ele uniu a nata intelectual e artística da época, que juntos começaram a idealizar e planejar a semana de Arte Moderna de 22 – assunto da nossa próxima aula.
Para ler Paranóia e Mistificação, clique aqui.
Para saber mais sobre Anita Malfatti, clique aqui.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
A dica de hoje é o blog Literarizando, da professora Bianca Campello, de Recife, que traz ótimos textos relacionados as suas aulas de Literatura para turmas de primeiro ano.
Bianca tem a capacidade de transformar assuntos complexos em textos saborosos e fáceis de acompanhar e entender. Ela também produz um material didático muito bom. Quem é meu aluno há algum tempo com certeza já usou alguma ficha de autoria da Bianca, que não tranca suas invenções só para si, mas sempre troca e doa um pouco do seu talento para os alunos dos outros também.
Por conta do assunto tratado, a dica é especialmente para os meus alunos do primeiro ano, mas os outros que já estiverem revisando assuntos como teoria da literatura e era colonial brasileira também podem aproveitar muito!
Bianca escreveu hoje justamente sobre o conceito de arte, assunto que também nós no primeiro ano discutimos na última aula. Bom proveito!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Livros costumam ser produtos caros. E quando o autor é vivo ou sua morte recente, sobre eles ainda incidem os famosos direitos autorais. Porém, 70 anos após a morte do autor, os livros se tornam de domínio público, ou seja, suas edições não precisam pagar mais direitos autorais.
Mas por que esse papo todo? É que o Governo Federal possui um site que distribui gratuitamente obras em domínio público. O site, obviamente chamado Domínio Público, disponibiliza textos de vários autores brasileiros, inclusive livros que são adotados pelos diversos vestibulares do país.
Como sou uma professora muito boazinha, além de ensinar a pescar o peixe, ainda vou passar o link de alguns livros entre os destacados nos últimos vestibulares de Pernambuco:
Auto da Festa de São Lourenço http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=1853
Cartas Chilenas
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=17453
Marília de Dirceu
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=2012
Gregório de Matos (Não é a edição pedida pela UPE, mas são poemas do autor)
I
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=16658
II
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=16659
Senhora
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=2026
D. Casmurro
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=16931
O Cortiço
http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=16534
Além desses, o site traz várias edições de poesia dos autores presentes nas Antologias recomendadas.
Vale a pena fuçar! O endereço é http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp
Boa leitura!
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
• Primeiras Estórias – Guimarães Rosa.
• A Hora da Estrela – Clarice Lispector.
• Os Melhores Contos de Osman Lins - Sandra Nitrini.
• O Auto da Compadecida - Ariano Suassuna.
• O Primo Basílio – Eça de Queirós.
• Dom Casmurro – Machado de Assis.
Fonte: http://www.covest.com.br/
OBRAS LITERÁRIAS SUGERIDAS PARA O 1º. ANO
1. O Auto de São Lourenço, In: ANCHIETA, José de. Teatro. São Paulo: Martins
Fontes, 2006.
2. MATOS, Gregório de. Antologia. Porto Alegre: L&PM Editores, 1999.
3. GONZAGA, Tomás Antônio. Marília de Dirceu. Porto Alegre: L&PM Editores,
1998.
4. GONZAGA, Tomás Antônio. Cartas Chilenas. São Paulo: Martin Claret, 2007.
OBRAS LITERÁRIAS SUGERIDAS PARA O 2º. ANO
1. ALVES, Castro et al. Antologia de poesia brasileira: romantismo. São Paulo:
Ática, 1998.
2. ALENCAR, José de. Senhora. São Paulo: Ática, 1998.
3. BAGNO, Marcos. Machado de Assis para principiantes. São Paulo: Ática, 1998.
4. ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. São Paulo: Ática, 1998.
5. AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. São Paulo: Ática, 1998.
6. ASSIS, Joaquim Maria Machado de et al. Antologia de poesia brasileira: realismo
e parnasianismo. São Paulo: Ática, 1998.
OBRAS LITERÁRIAS SUGERIDAS PARA O 3º. ANO
1. BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
2007.
2. ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. Rio de Janeiro: Record,
2001.
3. RAMOS, Graciliano. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2006.
4. MELO NETO, João Cabral de. Morte e vida severina. Alfaguara Brasil, 2007.
5. ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005.
6. SUASSUNA, Ariano. O santo e a porca. Rio de Janeiro: José Olympio, 2007.
7. RODRIGUES, Nelson. Boca de ouro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004.
Fonte: http://www.upenet.com.br/
1. GONZAGA, Tomás Antônio. Cartas Chilenas. São Paulo: Martin Claret, 2007.
2. ALENCAR, José de. Senhora. São Paulo: Ática, 1998.
3. ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. São Paulo: Ática, 1998.
4. BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.
5. ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. Rio de Janeiro: Record, 2001.
6. RAMOS, Graciliano. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2006.
7. MELO NETO, João Cabral de. Morte e vida severina. Alfaguara Brasil, 2007.
8. ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005.
9. SUASSUNA, Ariano. O santo e a porca. Rio de Janeiro: José Olympio, 2007.
10. RODRIGUES, Nelson. Boca de ouro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004.
11. CARRERO, Raimundo. Sombra Severa.
Obs.: As obras não precisam ser das editoras citadas, podendo o aluno optar por ler a
partir de outras editoras
Fonte: http://www.upenet.com.br/